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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Medina Carreira dixit


LC – Preferia ver Manuela Ferreira Leite à frente do Governo em vez de José Sócrates?

Medina Carreira - Eu não preferia ver. A Manuela Ferreira Leite poder trazer à política uma coisa que é essencial, que é a seriedade.

ARF – E já agora a verdade.

Medina Carreira - A verdade. Seriedade. Nós não temos seriedade na política. Isto é um espectáculo, uma aldrabice pegada. Manuela Ferreira Leite abre a boca e passado duas horas já estão duas pessoas a bater-lhe nas canelas. É o Santos Silva e o Pedro Silva Pereira. Eu nunca vi isso. Quando estive no Governo não tínhamos dois ministros para irem atacar os outros. O País está a ser gerido por medíocres.

ler aqui (Correio da Manhã)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A Eleição das nossas vidas


A eleição de Domingo é a eleição da nossas vidas!

Quem se resignar a um país pobre, endividado, sem esperança e hipotecado, deve votar no PS

Quem quiser seriedade, competência e poupar hoje a pensar no amanhã, deverá votar PSD

As restantes opções são igualmente válidas, ainda que seja de referir que uma maioria de esquerda (com CDU e BE) não vai resolver os problemas do país – pelo contrário: vai agravá-los.
A(s) esquerda(s) quer nacionalizações (!) – sim repito: nacionalizações! – e a omnipresença do Estado (ainda mais) na vida do país. Se optarmos por esta via, estamos a andar para trás

Notas para reflexão:
  • Nos últimos 14 anos, o Partido Socialista governou 11 e meio
  • Em 2005, o nosso défice externo era de 65% do PIB e hoje é de 100% do PIB (ou seja, toda a riqueza nacional – a manterem-se previsões – produzida num ano!)
  • O desemprego disparou da casa dos 7%, em 2005 para muito perto dos 10% em 2009
  • A pobreza aumentou
  • Os reformados tiveram as suas pensões reduzidas pela “reforma da Segurança Social”

Votar no PS é deixar tudo na mesma!

domingo, 20 de setembro de 2009

Lemas Fortes

Há lemas que são fortes, que incomodam, que nos fazem pensar e que angustiam muitos ...

Tal acontece com o mote da campanha de Manuela Ferreira Leite: a política de verdade.

Falar verdade, com clareza e sem receio (quanto a cálculos eleitoralistas de ocasião) tem sido a grande força de Manuela Ferreira Leite nesta campanha.

A Presidente do PSD disse, claramente:
  • Que a sua prioridade no governo é o combate ao desemprego (dando apoios às pequenas e médias empresas - nomeadamente pagando as dívidas que o Estado tem para com estas e resolvendo, de forma mais premente, os seus problemas de tesouraria, dando-lhes capacidade de investimento e de criação de emprego).
  • Que mantém a aposta no Estado Social e no Serviço Nacional de Saúde
  • Que defende mais exigência e rigor na Educação, prestigiando os Professores
  • Que é necessário tornar a justiça mais ágil e credibilizá-la
  • Qual o seu modelo de família (e que esta é a base da sociedade, sendo necessário apoiar a constituição de novas famílias)
  • Qual a sua opinião em relação às grandes obras públicas (não se podem fazer neste momento porque o país tem um endividamento de 100% do PIB)
  • A sua aposta na agricultura, no mar e na reabilitação do património

Enquanto isso, Sócrates faz uma campanha de ataque pessoal TOTALMENTE dirigida à Presidente do PSD - talvez por ter medo da sua seriedade, rigor e competência e temendo que os eleitores comecem a pesar estes factores numa lógica comparativa ... Claro - como eu o percebo!

Para terminar dizer que, tal como a "mudança" triunfou com Obama (um lema forte e galvanizador), também em Portugal, com Manuela Ferreira Leite, a "verdade" triunfará sobre o "avanço" de Portugal para o abismo (com o lema "Avançar Portugal").

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Por quê votar em Manuela Ferreira Leite?

Porque é uma pessoa responsável, honesta e que tem um percurso profissional e político que lhe dão a experiência e a prudência necessária para resgatar Portugal do covil de incompetência que se abateu sobre a nossa pátria.

Além do mais, é uma figura respeitada e prestigiada na Europa e não assumirá, certamente, uma posição de caixeira viajante a vender "Magalhães" em cimeiras internacionais, nem fará favores a países mais poderosos - como agora se viu no caso TGV-Espanha.

É, acima de tudo, uma mulher determinada e que tem muita experiência política.